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NUNCA VIMOS ALGO ASSIM (MC 2.1-12)
Dc. Filipe Adriano
Domingo, 25 de janeiro de 2026“Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim! “ (Marcos 2:12) .
Jesus volta para Cafarnaum, e rapidamente a notícia se espalha: Ele está em casa. A casa rapidamente fica cheia. Pessoas por todos os lados. Gente curiosa, gente religiosa, homens e mulheres querendo ouvir, mas nem todos querem de fato o Mestre. Pois estar “na casa” (no culto) não significa estar rendido. Esse texto nos faz refletir muito sobre o real propósito da amizade, exemplo de uma fé legítima e o poder salvífico do Senhor Jesus.
Enquanto a casa está cheia e Jesus a ensinar, muitos estão perto mas ao mesmo tempo distantes. Existe um paralítico precisando de um milagre, e mesmo distante seu coração está perto. Ele não está sozinho. Pelo contrário, tem amigos, verdadeiros amigos.
Não bastasse a sua limitação física – “não há como passar”, “a porta está fechada”, “há muitas pessoas” – mas não existe porta fechada para aqueles cuja fé está firmada no Senhor. O coração de quatro amigos está inclinado a levar aquele homem a Cristo, e nada poderia impedir esse encontro. Quando a fé é maior que os obstáculos, o milagre acontece.
Quem ama, carrega. Quantos amigos estamos levando à Jesus? Quanto que estamos comprometidos a fazer com que, quem precisa, chegue até o Senhor. Eles não oram à distância ou deixam para depois, pois a oportunidade de fazê-lo chegar até Cristo é urgente e não pode esperar.
“Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados.” (v.5) Algo incrível acontece aqui, pois Ele vê o paralítico descendo pelo telhado e, enquanto todos esperam uma cura física, Algo inesperado acontece: Ele perdoa os pecados daquele homem – antes de curar o corpo, Jesus cura a alma.
Isso revela uma verdade profunda para essa geração: O maior problema do ser humano não é externo, é interno; não é a paralisia física, mas a espiritual. Cristo não veio apenas para melhorar sua vida, Ele veio para te fazer novo, pois é o único que tem o poder de perdoar todos os pecados.
Os escribas ficam indignados. Eles pensam: “Quem é este que perdoa pecados?” (v. 6, 7). Eles conheciam a Lei, mas não reconheciam o Autor da Lei. Conheciam a religião, mas não discerniam o Cristo. Isso é perigoso, pois é possível “conhecer” a Bíblia e não conhecer Jesus. Pode ser possível defender doutrinas e ainda assim resistir ao mover de Deus.
Jesus confronta seus pensamentos, mostrando que Ele não apenas cura, mas tem autoridade. Que sejamos livres da religiosidade. A religiosidade questiona, a fé se rende. Renda-se sem economia ao poder dAquele que cura nossa alma.
Então o Mestre declara: “Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.” (v.11). O mesmo leito que antes carregava o paralítico, agora é carregado por ele. O símbolo da dor vira testemunho. A sua dor de hoje é a cura de alguém amanhã.
Nas palavras de A. W. Tozer: “Deus nunca usa alguém poderosamente até que primeiro o tenha ferido profundamente.”. Quando Jesus perdoa e cura, Ele não apenas restaura o corpo, Ele muda a identidade. O homem não sai apenas andando, ele sai transformado.
E todos glorificam a Deus (v.12). Cristo não te chama para permanecer no chão. O que o paralisava não te governa mais. Receba a cura e seja transformado através dessa palavra. Quem encontra o Deus que cura, restaura, transforma, não permanece no mesmo lugar e nem da mesma maneira. Uma geração que se levanta em fé jamais continuará paralisada em pecado.
O Salvador espera que tenhamos uma fé genuína nEle e confiemos que Ele tudo pode fazer. Que sejamos amigos que levam outros a Cristo e que, independentemente das barreiras, não fomos chamados a desistir ou recuar. Às vezes o caminho ao milagre é inusitado (pelo telhado). Não pare agora, você pode ser a resposta da oração de alguém que não consegue mais ir sozinho.
Finalizando e parafraseando D. L. Moody, “O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer por meio de um homem totalmente consagrado a Ele”. Em Marcos 2, vemos quatro homens comuns, mas totalmente comprometidos em levar alguém até Jesus, e isso foi suficiente para um milagre eterno. Que sejamos instrumentos de Deus para essa geração.
Desafio do Discípulo
- Querido leitor, quero lhe desafiar a ser instrumento de Deus nos dias atuais, tal como aqueles quatro amigos citados no texto. Isso não trará visibilidade ou fama a você (não há notoriedade aos amigos nem ao paralítico, apenas a Cristo). Assuma o compromisso de conduzir pessoas à Cristo, esforçando-se em oração e ação. Insista, ofereça meios necessários (carona, ir junto a ele (a) etc.), dedique tempo e atenção (oração, mensagem, programações). Deus quer usá-lo. Você está disposto?
Vamos orar?
Querido Pai, graças te dou pela Palavra que nos alimenta, inspira, confronta, trata, restaura e salva. Obrigado pelo teu amor que nos alcançou, por intermédio do Salvador Jesus Cristo. Nessa hora eu apresento cada vida alcançada por essa reflexão. Que o teu Santo Espírito ministre aos seus corações e faça algo novo no seu interior, refletindo externamente. Que aceitem o desafio de conduzir outros à reconciliação contigo, para tua glória e teu louvor, em nome de Jesus, amém!
Abra o seu coração
- Você tem sido um instrumento nas mãos do Redentor? De que forma o desafio da semana lhe estimula?
- Como você planeja cumprir o desafio proposto? Detalhe: não tenha pressa, mas seja perseverante e intencional.
- Como foi sua conversão? Quem lhe conduziu a Cristo? Transmita-lhe uma palavra de gratidão. Inspire-se nele (a).
O maior problema do ser humano não é externo, é interno. Não é a paralisia física, mas espiritual. Jesus não veio apenas para melhorar sua vida, Ele veio para te fazer novo. Ele e somente Ele tem o poder de perdoar todos os pecados.
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A APROXIMAÇÃO GERA TRANSFORMAÇÃO (Mc 1.40-45)
Pb. Paulo Roberto
Domingo, 18 de janeiro de 2026
“Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele.” (Mc 1.45)
Estamos diante de um texto extremamente rico em seus detalhes, que nos revela não apenas o poder de Deus para curar o nosso corpo, mas também a vontade de Deus para curar a nossa alma. Marcos 1.40–45 nos apresenta a história de um homem até então desconhecido — ou melhor, conhecido apenas por sua enfermidade: um leproso.
Na época de Jesus, o leproso, por causa da sua doença, vivia em isolamento social, fora da cidade, separado da família, sem identidade e excluído da liturgia pública do culto a Deus. Sua vida era marcada por vergonha, abandono e sofrimento.
Naquele dia, estava passando diante dele a oportunidade que tanto aguardava. Muito provavelmente, quando criança, aquele homem havia escutado de seus pais — pois esse era um costume entre os judeus — que, se um dia fosse acometido pela lepra, deveria se isolar da sociedade, da família e do templo.
Naquele contexto, existia uma única esperança: o Messias prometido. As profecias anunciavam esse momento glorioso. O profeta Isaías, muito provavelmente conhecido daquele homem, havia declarado que o Servo do Senhor tomaria sobre si as nossas enfermidades, levaria sobre si as nossas dores e que, pelas suas pisaduras, seríamos curados. Agora, ele contemplava alguém que se apresentava como o Messias: Jesus de Nazaré.
Mesmo com tantas marcas que o excluía e o entristecia, algo aconteceu no interior daquele homem. Centelhas de fé surgiram em seu coração e o moveram a se aproximar de Jesus. Essa aproximação não foi fruto de curiosidade, mas do fervor do coração, da convicção de que estava diante do Messias, Emanuel, Deus conosco.
De joelhos, ele não perguntou se Jesus podia curá-lo — fé no poder ele já tinha. A pergunta foi “se Jesus queria”. E a resposta do Mestre veio carregada de amor, compaixão e graça: “Quero”. E, naquele mesmo instante, a lepra desapareceu. A cura chegou. A transformação se tornou real.
O homem que outrora vivia isolado, excluído e sem esperança, ao se aproximar de Jesus, não recebeu apenas cura física, mas uma restauração completa. Sua vida foi alcançada, tocada e transformada.
O resultado dessa transformação é revelador. Aquele que foi curado não conseguiu guardar para si o milagre experimentado. Antes, passou a anunciar, a divulgar e a testemunhar o que Jesus havia feito. Uma vida transformada gera testemunho. O testemunho gera fé. E a fé gera novas vidas transformadas.
Portanto, o que Jesus fez em sua vida? Como você tem transmitido a outros esses feitos? De que modo sua experiência com Cristo tem impactado outras vidas? Siga o exemplo desse homem, e propague a outros a sua história com o Salvador.
Desafio do Discípulo
Eu te desafio, jovem, leitor, a compartilhar o seu testemunho, assim como aquele homem curado fez. Diga a todos quantos for possível o que Deus fez na sua vida. Se você aceitar esse desafio, corre um grande risco: ver pessoas ao seu redor não apenas se emocionando com aquilo que Deus fez na sua história, mas sendo profundamente impactadas pela fé gerada através do seu testemunho.
Dica importante: conte o que Deus fez na vida de alguém na Bíblia e, logo depois, mostre que o mesmo Deus que transformou a história daquele personagem também transformou a sua história hoje. Mostre a quem te ouve que Cristo está vivo e que Ele ainda transforma histórias — basta crer.
Vamos orar?
Senhor, meu Deus e meu Pai. Aqui estamos em tua presença. Somos gratos pela oportunidade de contemplar aquilo que fizeste na vida daquele homem leproso. Da mesma forma, hoje desfrutamos da transformação que acontece quando nos aproximamos de ti. Não queremos ficar apenas na lembrança do que realizastes no passado. Queremos testemunhar de tudo o que tu fizeste, do que tu fazes e do que ainda farás em nós e através de nós. Concede-nos capacidade, coragem e ousadia para testemunhar da tua Palavra, dos teus milagres e das tuas promessas. Que as nossas vidas e o nosso testemunho gerem fé e vida naqueles que nos ouvem. É o que te pedimos e desde já te agradecemos, em nome de Jesus. Amém.
Abra o seu coração
- Certamente, você também teve sua vida transformada pelo mesmo Jesus que transformou a vida daquele leproso. Mas, sua experiência pessoal tem gerado testemunho para quem te vê?
- O seu testemunho tem gerado fé na vida de quem te observa?
- Se as respostas para as perguntas anteriores forem “não”, o que precisas fazer para mudar essa situação?
A aproximação do Mestre gera transformação interna e externa; e essa transformação, quando testemunhada, gera fé — e a fé gera transformação em outras vidas. Deus te transformou para gerar fé através da pregação e multiplicar transformações através do que Ele fez na sua vida .
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TU ÉS
O Pai tem prazer na vida do Filho
Aux. Douglisnilson Morais
Domingo, 11 de janeiro de 2026“E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: “Tu és o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Marcos 1.11)
A chegada de um filho é um acontecimento singular na vida de um pai, trazendo alegrias, expectativas, esperanças, projetos e desfrute. É um longo processo desde o nascimento até a fase adulta, o qual envolve disciplina e discipulado, num acompanhamento contínuo de modo a torná-lo um imitador de Cristo, um seguidor fiel, um adorador prazeroso em Deus, um “filho amado” (Dt 6.6,7; Pv 22.6). Os pais têm um papel importantíssimo nessa caminhada. Se eles fracassarem, negligenciar, desprezarem a instrução bíblica do ensino, essa criança pode tornar-se um jovem sem raízes, experiências, convicções da fé no Salvador, sendo “presa fácil” para as astutas ciladas do inimigo, por não estarem protegidos com a “armadura de Deus” (Ef 6.11-18).
Um filho pode representar o cuidado, a provisão, o amor de Deus na vida dos seus. Quantos exemplos de esposas “estéreis”, visitadas pelo Senhor, que tornaram-se mães, frutíferas. As histórias de Sara, Rebeca, Raquel, Ana e Isabel trazem alegria ao coração e esperança à alma de casais na mesma situação. Particularmente, a experiência de Zacarias que seria Pai (Lucas 1), e a de Ana que, após anos de dor e sofrimento, pôde desfrutar da bênção de um filho (1 Samuel 1), são por demais emocionantes.
Há filhos que Deus escolhe desde o ventre para uma missão específica. João Batista e Maria são exemplos bíblicos, assim como tantos outros ao longo da história humana. João, escolhido para “preparar o caminho do Senhor” (Mc 1.2-8); Maria, escolhida para ser a mãe do Salvador (Lc 1.26-38). Ler suas biografias assegura-nos uma verdade tão declarada por nós, cristãos, mas muitas vezes sem muita “credibilidade” nas experiências da vida: “Deus está no controle”. Quantos de nós, mesmo declarando a soberania e o poder de Deus em nossas vidas, optamos por trilhar caminhos alternativos na busca de soluções para nossas dores, sofrimentos, bem como projetos e decisões.
Mas, o evangelista Marcos (aquele que declinou na missão com Paulo, foi recusado pelo apóstolo de seguir na segunda viagem missionária mas, tornou-se “útil” no ministério paulino, 2 Timóteo 4.11) descreve um acontecimento marcante, um encontro que João Batista jamais imaginara acontecer. Primeiro, pelo fato de batizar o Messias esperado, o que ele tentou resistir (Mateus 3.13-17); segundo, pela presença do Espírito como pomba que descia sobre Jesus naquele rio (Jordão); por fim, uma voz que trazia esperança ao coração do precursor (João) e, ao mesmo tempo, declarava a intimidade do batizando (Jesus) com o Deus que O enviou: “Tu és o meu Filho amado” (“este é o meu Filho amado”), em quem tenho prazer (Mateus 3.17; Marcos 1.11).
Pare um pouco, reflita sobre tudo isso e responda: o que a declaração do Pai acerca do Filho causa em seu coração? Como a vinda de Jesus tem mudado a sua vida? Há prazer em viver com Cristo? Será que o Pai poderia declarar que “tem prazer” em sua vida? Como você se sentiria? Dedique alguns minutos em oração a Deus – agradecendo, reconhecendo, declarando, comprometendo-se, adorando. Como filho, você tem liberdade de chegar diante do Pai, abrir-lhe o coração e alegrá-lo com sua atitude de amor e devoção, tal como Maria (João 12.1-8).
Desafio do Discípulo
O desafio da semana é um convite ao compromisso com Deus e com o outro. Comprometa-se a dedicar um tempo especial com Deus diariamente, um tempo de qualidade e adoração. Concentre-se em agradecer pela vinda do Salvador, por poder chamar a Deus de Pai, pela nova vida nEle; comprometa-se com Ele em buscar em 2026, ser mais parecido com Cristo, “ser uma bênção” no lar, na igreja, na escola, na sociedade, de modo a refletir o Deus que você serve. Estimule ao menos um amigo a fazer o mesmo. Por fim, não deixe de fazer diariamente o Devocional Princípio, compartilhando em suas redes sociais, marcando @dejadrn e @assembleiadedeusnorn. Deus o visitará e se alegrará com sua vida.
Vamos orar?
Querido Pai, que alegria em poder dirigir-me a Ti, em comunhão, e desfrutar da Tua presença, do Teu cuidado, do Teu amor. Ajuda-me a crescer em intimidade contigo, a refletir continuamente o teu Filho Jesus Cristo, meu Salvador e, a caminhar em sensibilidade e submissão ao Santo Espírito que habita em mim. Que meu viver seja um contínuo tributo a Ti, para a tua glória, em Cristo Jesus, amém!.
Abra o seu coração
- Como tem sido sua caminhada com Cristo? Há prazer, dependência e desfrute da sua parte nEle?
- Você tem convicção de que é filho de Deus Pai, na pessoa de Jesus Cristo? Como essa verdade impacta a sua vida e a vida dos familiares, amigos, irmãos em Cristo?
“Tu és o meu Filho amado, em quem tenho prazer”. Que essa verdade seja o reflexo da sua vida na Jornada com Cristo.
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VINDE A MIM
O chamado de Jesus para fazer discípulos
Pb. Fred Fonseca
Domingo, 04 de janeiro de 2026“E disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.” (Marcos 1.17)
Um novo tempo sempre traz consigo novos planos, expectativas e decisões. Você projeta o futuro, estabelece metas e pensa em como quer viver os próximos passos da sua vida. Mas, em meio a tantos projetos, surge uma pergunta essencial: Jesus está no centro da sua caminhada? Mais do que isso, você já ouviu o convite dEle para viver uma vida com propósito eterno?
Em Marcos 1, Jesus encontra Pedro e André em um dia comum de trabalho. Eles estavam lançando as redes ao mar, focados na rotina, quando ouviram um chamado simples, porém profundo: “Vinde após mim”. Jesus não fez um convite baseado em habilidades extraordinárias, títulos ou experiências espirituais avançadas. Ele chamou homens simples, trabalhadores, e revelou que, ao segui-Lo, suas vidas ganhariam um novo sentido: fazer discípulos de Cristo.
Aceitar esse convite exigiu uma resposta imediata. Pedro deixou as redes, o barco e a segurança do conhecido para seguir Jesus. Isso revela que o chamado de Cristo não é apenas para andar ao Seu lado, mas para assumir uma missão com propósito. Seguir Jesus é aprender com Ele, viver com Ele e participar ativamente da obra de alcançar pessoas. O discipulado começa no “seguir” e se expressa no “fazer”.
A grande lição desse texto é que Jesus continua chamando. Ele não mudou Seu propósito. Hoje, Ele ainda olha para pessoas comuns como eu e você e nos convida para algo extraordinário: fomos chamados para fazer discípulos. Não se trata apenas de frequentar a igreja, mas de viver o evangelho de forma prática, intencional e multiplicadora. Onde você está, ali também é campo de missão.
Seguir Jesus é mais do que uma decisão pontual; é um estilo de vida comprometido com a missão. É caminhar com Cristo todos os dias e, ao mesmo tempo, levar outros a caminhar com Ele. Fazer discípulos é amar pessoas, compartilhar a Palavra, caminhar junto e apontar sempre para Jesus. E então, como está a sua resposta ao chamado “Vinde a mim”? Você está disposto a viver não apenas para si, mas para cumprir a missão de fazer discípulos?
Desafio do Discípulo
Nesta semana, escolha intencionalmente um amigo para caminhar com você na fé. Ore por ele, compartilhe a Palavra e convide-o para ler a Bíblia e fazer o Devocional Princípio. Além disso, convide mais 3 amigos para essa Jornada com Jesus. Sim, e ao fazer o Devocional Princípio, não esqueça de ser um discípulo que influencia, compartilhando em suas redes sociais, marcando @dejadrn e @assembleiadedeusnorn. Sua obediência vai influenciar muitos a também ler e viver a Palavra de Deus, vai gerar frutos eternos.
Vamos orar?
Senhor, crie em mim um coração sensível ao Seu chamado. Me encoraja a segui-Lo com propósito; dá-me sabedoria para ensinar, e amor para cuidar de pessoas. Use a minha vida como instrumento para formar discípulos que apontem para Cristo. Amém!
Abra o seu coração
- O que hoje tem ocupado o lugar da missão de Jesus na sua vida?
- Você tem sido apenas um seguidor ou também um fazedor de discípulos? O que você fará para ser mais intencional no discipulado?
- Quem Deus está colocando no seu caminho para você discipular e alcançar com o amor de Cristo?
“Vinde a mim” não é apenas um convite para caminhar com Jesus, mas um chamado para viver a missão dEle.