Devocional Princípios (2026)

  • E SE FOSSE VOCÊ? (Mc 3.13-19)

    A seleção dos doze de Jesus

    Ir Sara Raquel

    22 de Fevereiro de 2026 (Domingo)

    Então escolheu doze para ficarem com Ele e serem enviados para anunciar o evangelho. A esses doze ele chamou de apóstolos” (Marcos 3.14,15).

    O texto de hoje fala de escolhas. Não de uma escolha comum, mas especial, da autoridade suprema olhando para pessoas comuns, convocando-as para uma grande missão, e as intitulando como apóstolos. A escolha de Jesus por aqueles homens foi diferente para os selecionados. Não partiu dos aprendizes querendo aprender com o mestre, mas do Mestre por excelência assumindo o compromisso de capacitar pessoas que dificilmente seriam selecionadas pelos líderes influentes daquele tempo.

    Os doze foram escolhidos por Jesus, não apenas para fazer algo, mas para estar com Ele. Que privilégio! Antes do envio, houve presença, relacionamento, intimidade, ensino, discipulado. Ser chamado pelo nome, separado entre tantos, convidado a caminhar lado a lado com o Mestre e ainda anunciar as verdades do Reino não é apenas uma honra, é uma responsabilidade transformadora.

    Reflita comigo: se hoje Jesus te chamasse para realizar algo que você nunca fez, você diria sim? Mesmo sem saber como? Mesmo sem se sentir preparado?

    Quando Jesus chamou os discípulos, cada um estava mergulhado em suas próprias prioridades. Havia redes, impostos, rotinas, planos. Eles não sabiam o que era pregar, curar ou expulsar demônios. Não tinham currículo ministerial. Tinham apenas um convite: “Siga-me”. O ministério de Jesus não foi uma sala de aula teórica, foi estrada, foi mesa, foi tempestade, foi confronto. Ele os ensinou na prática que todo poder vem do céu, e que não era sobre aprender técnicas, mas sobre depender da virtude de Deus.

    E hoje? Ao ouvir um chamado sem certeza de futuro, você iria ou pensaria em possibilidades?

    Vivemos dias de ativismo, onde facilmente colocamos nossas conquistas em primeiro lugar. Mas, como cristãos, aprendemos que a prioridade é o Reino. Depois disso, tudo o que Deus já preparou será acrescentado (Mt 6.33). Buscar a vontade de Jesus é o verdadeiro norte para escolher uma profissão, uma faculdade, um emprego, uma moradia, um casamento. Em tudo há um propósito eterno sendo gerado. Ele usa nossos talentos, nossas histórias e até nossas limitações para a glória dEle.

    Antes de nomear os discípulos, Jesus subiu ao monte, lugar de separação, de silêncio e de decisão. Ele chamou os que escolheu, para que estivessem com Ele e fossem enviados. E, a partir da intimidade, o chamado nasceria, a chama arderia no coração dos discípulos por meio da comunhão com Jesus. Não houve segunda chamada, não tiveram recursos nem apadrinhamentos. Naquele dia, após divulgada a lista, a formação teórico-prática-vivencial iniciaria.

    Mesmo conhecendo o perfil de cada um, Jesus não escolheu os mais seguros, os mais equilibrados ou os mais influentes. Ele escolheu os improváveis. Não buscou conforto, bem-estar ou pessoas prontas. Seu desejo era moldar o caráter, enxertar vida onde havia impulsividade, medo, insegurança, e fazê-los florescer na impossibilidade!

    Pedro é um exemplo vivo dessa realidade: impulsivo, intenso, muitas vezes precipitado, inconstante. Quando questionado sobre o tributo, Jesus se antecipa à ansiedade de Pedro e o ensina com mansidão. “Vai ao mar, Pedro, lança o anzol, tira o primeiro peixe fisgado e encontrarás em sua boca um estáter (equivalente ao tributo de duas pessoas); entrega-o por mim e por ti.” (Mateus 17.27). Nesta lição, o Mestre ensina ao seu aprendiz que, embora os filhos sejam livres, às vezes a sabedoria está em agir com equilíbrio para não gerar escândalos. A verdade prática dessa aula não é sobre provar que estamos certos, é sobre refletir o caráter de Cristo.

    Aquele Pedro “esquentado” tornou-se líder; o discípulo impulsivo tornou-se pastor; o homem instável passou a ser um representante devotado ao Mestre, a ponto de não temer prisões, perseguições e até a morte. Tudo isso porque Jesus investiu nele, com amor e graça. Onde muitos veriam problema, Ele viu propósito!

    Não importa quantos anos leve, o Evangelho só avança por meio de renúncia e dedicação. Jesus nos chamou para frutificar em um mundo corrompido. A diferença começa em nós! Precisamos “enxertar” as verdades de Cristo, para que outros experimentem cura, libertação e o verdadeiro amor que ainda não conhecem.

    Um dia, alguém investiu em nós. Alguém orou, ensinou, suportou nossos processos e hoje desfrutamos da presença do Senhor porque houve semeadura. Não podemos ser egoístas guardando tamanha graça. Fomos nomeados, separados, enviados. Isso é privilégio!

    Se negligenciamos o chamado, ignoramos a voz que nos escolheu, Mas se respondemos hoje, com disponibilidade e dependência, Ele mesmo nos capacita. 

    Você já tem ferramentas, carrega sementes. Peça estratégia ao Senhor. Ele conduzirá você a um novo tempo!

    Desafio do discípulo.

    Desafio você, leitor, a multiplicar o que recebeu do Senhor. Ao seu lado, certamente tem alguém que precisa ser lapidado(a), e poucos desejam investir. Se você conseguiu enxergar isso, és o escolhido(a)! Através do que você plantar na vida dele(a), novos discípulos serão gerados. Ore ao Senhor e decida investir em no mínimo 1 pessoa em 2026: ame, discipule e exerça o chamado de Jesus!

    Oração.

    Amado Deus, te agradeço pelo teu chamado, por compreender as verdades eternas contidas na Tua Palavra, pela ação do Espírito Santo. Assim como chamaste os discípulos, sinto-me chamado por Ti. Perdoa-me por negligenciar muitas vezes a tua voz, mas quero ser um instrumento para gerar nos corações o desejo de multiplicação. Capacita-me para essa nova jornada e concede-me graça para exercer com amor o teu ministério. Quero ser usado por Ti. Mostra-me pessoas que precisam florescer na tua presença e que almejam multiplicar. Oro em nome de Jesus, Amém.

     

    Abra o seu coração.

    • Hoje compreendemos que somos discípulos quando multiplicamos a voz dEle, o caráter dEle, o amor dEle. Quanto estamos dispostos a investir para ver o Reino crescer?
    • Quem podemos discipular?

    “Um dia, alguém investiu em nós. Orou, ensinou, suportou nossos processos e hoje desfrutamos da presença do Senhor porque houve semeadura.”

  • VEM PARA O MEIO (Mc 3.1-6): um convite especial de Jesus

    Dc. Evandro Luís

    15 de Fevereiro de 2026 (Domingo)

    “E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio.” (Marcos 2:27,28).

    Era um domingo como hoje, um dia comum, na região da galileia, quando Jesus decide ir a uma sinagoga. Ali estavam líderes religiosos e devotos do judaísmo, para ouvir a Lei e os Profetas. O dia deixou de ser comum, a partir do momento em que Jesus chegou, pois, a Presença dEle muda cenários. Já convidou Ele para estar com você hoje?

    O texto registrado em Marcos 3.1-6, nos apresenta um milagre que mudou para sempre a vida de um homem que frequentava uma sinagoga. A Bíblia não diz o nome dele, mas diz que ele tinha uma mão mirrada (ressequida, atrofiada). Pense comigo. Será que aquele homem, não tentava esconder aquela mão? Como será que ele se sentia? Consegues imaginar as limitações que ele tinha por causa desse problema?

    A verdade é que, ele não deixou de ir a sinagoga porque tinha uma deficiência, não foi vencido pela vergonha, ou por possíveis julgamentos. Nisso ele nos ensina o quanto é precioso estar na casa de Deus (Sl 84). Esse homem, pode representar várias pessoas que estão à nossa volta. São devotos, assíduos da igreja, exercem cargos, mas têm áreas da vida, que estão atrofiadas. Se de repente você está assim hoje, quero saiba, que Jesus se recusa a te deixar nessa condição.

    Ao entrar no templo para o que você olha primeiro? Talvez para o altar, ou para as pessoas que estão dirigindo o culto. Jesus, quando entrou naquela sinagoga, logo enxergou aquele homem, e viu o que talvez, muitos ainda não tivessem visto, a mão mirrada dele. Jesus tem esse olhar profundo, capaz de identificar coisas que outros não percebem.

    Jesus faz um convite, levanta-te e vem para o meio. Perceba, leitor, duas coisas: ele estava sentado e estava às margens. O que te faz ficar nessa condição? O que te deixa pelos cantos? Existem pessoas, que olham para suas limitações, e se escondem por trás delas, reduzindo sua existência ao problema que enfrentam. Porém, a cura começa quando a doença é exposta. O convite de Jesus continua soando no dia chamado hoje: “vem para o meio; dê um passo de fé; ouça Ele lhe chamando para sair dessa prisão”.

    Uma mão mirrada, é sinônimo de insegurança, incapacidade, limites, oportunidades perdidas. É assim que você se sente? Vem para o meio, onde Cristo está. Exponha diante dele, essa área ressequida da sua vida, e seja restaurado. Ao atender ao convite de Jesus, aquele homem teve sua mão restaurada completamente. Todas as funções motoras foram restabelecidas, a mão ficou sã, como a outra. Querido leitor, vá agora mesmo ao encontro do Senhor Jesus, Ele pode restaurar sua vida, em todos os aspectos.

    Desafio do discípulo

    Lhe desafio a estabelecer como umas das prioridades em sua vida, o congregar. Não perca a oportunidade de estar na casa do Senhor. Lá você poderá aprender e aperfeiçoar práticas relevantes da vida cristã (Salmos 27.4).

    Oração

    Bendito Deus, te apresento essa pessoa que acabou de ler esse texto. Rogo a tua benção sobre sua vida. Conceda força e graça para que ela possa ir até a tua presença, e expor seus medos e limitações, para que o Senhor a restaure completamente. Instrui a que te busque continuamente e possa desejar estar em tua casa, te servindo e sendo uma bênção nesse tempo. Te peço isso em nome de Jesus, Amém!

    Abra o seu coração

    • Querido leitor (a), você tem uma área da vida que está ressequida? 
    • Quando você olha para esse problema, qual o sentimento que lhe vem ao coração? 
    • Já buscou ajuda para resolver isso que lhe incomoda?

    Jesus não trata problemas que não são expostos. Expor a doença é o início do tratamento para a cura.

  • A PRESENÇA QUE MUDA TUDO (Mc 2.18-28)

    Dc. Jussier Filho
    08 de Fevereiro de 2026 (Domingo)

    “E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” (Mc 2:27,28).

    Os discípulos de João e os fariseus jejuavam, seguiam regras e tradições religiosas. Aos olhos deles, aquilo era sinal de espiritualidade. Mas, quando olharam para os discípulos de Jesus, algo parecia fora do padrão. Eles não jejuavam como os outros. Então veio a pergunta: por que eles são diferentes? Essa pergunta revela algo muito comum até hoje: medir a fé do outro pelo nosso modelo.

    Jesus responde usando a imagem de um casamento. Ele diz que, enquanto o noivo está presente, não é tempo de jejum, mas de alegria. A mensagem é clara: a presença de Jesus muda o ambiente. Onde Ele está, a fé deixa de ser peso e vira relacionamento. Não é sobre cumprir rituais, é sobre caminhar com Ele diariamente.

    Quando Jesus fala do pano novo e do vinho novo, Ele está mostrando que o que Ele traz não cabe em estruturas velhas, ultrapassadas. Não dá para viver o Evangelho com um coração preso ao passado. Deus não quer apenas ajustar comportamentos, Ele quer transformar o interior. O novo de Deus exige um coração aberto, disposto e ensinável.

    No sábado, os discípulos colheram espigas e novamente foram criticados. Para os fariseus, a regra era mais importante que as pessoas. Mas Jesus corrige essa visão dizendo que o sábado foi feito para o homem. Deus nunca criou leis para aprisionar, mas para cuidar. A religiosidade oprime, mas o Reino restaura.

    Jesus mostra que Ele é Senhor até do sábado. Isso significa que Ele tem autoridade sobre o tempo, sobre as regras e sobre a nossa caminhada. Quando colocamos Jesus no centro, entendemos que obedecer não é obrigação, é resposta de amor. A fé deixa de ser cobrança e passa a ser vida.

    Esse texto nos ensina que seguir Jesus é mais do que aparentar espiritualidade. É viver uma fé verdadeira, viva e cheia de sentido. Onde Jesus está presente, há liberdade, crescimento e transformação. Ele não busca performances religiosas, mas corações sinceros que desejam caminhar com Ele.

    Desafio do Discípulo

    Durante esta semana, separe 5 minutos por dia para estar com Jesus sem pressa e sem roteiro; sem celular, sem pedidos longos. Apenas fale com Ele e leia um pequeno trecho da Bíblia, buscando relacionamento, não obrigação.

    Oração

    Senhor Jesus, eu reconheço que muitas vezes deixei minha fé se tornar pesada e automática. Hoje eu Te peço: renova meu coração. Ensina-me a viver uma fé viva, verdadeira e cheia da Tua presença. Que eu não viva preso a regras vazias, mas conectado ao Teu amor e ao Teu propósito. Amém.

    Abra o seu coração

    • Minha fé tem sido baseada em relacionamento com Jesus ou apenas em hábitos religiosos?
    • Tenho permitido que Deus faça algo novo em mim ou estou preso a velhas estruturas?
    • Se alguém olhasse minha vida hoje, veria mais regras ou mais presença de Jesus?

    “Onde Jesus está presente, a fé deixa de ser peso e passa a ser vida” (Jussier Filho).

  • PAR OU ÍMPAR?

    Aux. Ítalo Rafael

    01 de Fevereiro de 2026 (Domingo)

    “Enquanto caminhava por ali, viu Levi, filho de Alfeu, sentado no lugar onde se coletavam os impostos. ‘Siga-me’, disse-lhe Jesus, e Levi se levantou e o seguiu.” (Mc. 2: 14 – NVT).

    Eu sempre gostei de jogar futebol com os amigos. Além dos benefícios da prática do exercício físico em si, esta é uma ótima ferramenta para estreitar os laços e relacionamentos com pessoas que estão à nossa volta, tendo elas habilidade no jogo ou não. Chega a ser normal nesses ambientes (quando saudáveis), nós conhecermos melhor algumas pessoas cujas as quais não tínhamos tanto contato anteriormente, e as mesmas passam a ser mais presentes ao nosso lado não só no campo ou na quadra, mas em nossa vida. 

    E sabe como geralmente dá-se início a toda essa “liturgia”? Com um simples  “par ou ímpar”. Os dois melhores jogadores presentes se dividem e disputam para saber quem irá começar a escolher o seu time primeiro, e então, começa a seleção, começando pelos mais habilidosos e indo até os de menor habilidade. E sim, se você já foi o último a ser escolhido depois de todos presentes, eu sei que há um resquício de vergonha pairando no ar (risos).

    É bem provável que era exatamente este o sentimento que pairava sobre a vida de Mateus (não, não existia futebol no tempo dele – risos). Ele era um israelita que cobrava impostos abusivos do seu próprio povo e repassava à Roma o dinheiro coletado. Basicamente, um traidor da sua nação, favorecendo o regime que subjugava Israel com mãos de ferro e pouquíssima clemência. Não se tratava somente de uma profissão, mas da encarnação do que seria um pecado grave para o povo judeu (Mc. 2:16).

    Se tivesse uma partida de futebol naquele tempo, e Mateus quisesse jogar, com certeza ele seria o último a ser escolhido. Sendo ele provido de habilidades ou não.

    Mas, a vergonha de Levi (o outro nome do nosso personagem), e o preconceito da sociedade israelita direcionado a ele, deram de cara com algo avassalador: a escandalosa Graça de Jesus! Era um dia normal para Mateus, cobrando e recebendo não só dinheiro, mas desprezo… Até que Jesus passou pelo seu posto de trabalho. Sem precisar de ímpar ou par, mas somente com um chamado – “Siga-me” -, escolheu e transformou um cobrador de impostos odiado em uma das colunas da Igreja. Mateus era rejeitado por todos, mas não pelo Messias. E isso basta!

    O discipulado de Mateus começa na mesa da sua própria casa. No ambiente da mesa nós somos iguais. Dividimos o mesmo pão, e os nossos olhares estão nivelados. Não há mais cobrança, mas partilha de vida. E apesar das críticas dos fariseus direcionadas a Jesus por estar comendo com publicanos e pecadores, o nosso Salvador deixa claro qual era a Sua missão no mundo: buscar os doentes, e não os sãos (Mc. 2:17). Ele veio para acolher os últimos da lista do ímpar ou par, que coincidentemente, somos você e eu.

    Éramos inimigos de Deus, filhos da ira, escravos do pecado (Ef. 2:1-3). Não havia nada de atraente em nós para que pudéssemos atrair o amor do Senhor, pois destituídos estávamos da Sua Glória (Rm.3:23). Mas assim como foi com Mateus, Ele veio para perto de nós, olhou com Graça, e nos chamou: Siga-me. “Não satisfeito”, convidou-nos para a mesa do Pai, e os que antes eram filhos da ira, agora são filhos de Deus. O maior amor do universo escolheu os piores pecadores, pois nele consiste a definição de amor (1 Jo. 4:10).

    O que fazer diante de tudo isso? Simples. Faça o mesmo! Vá e apresente o amor de Deus para alguém que não O merece (ou seja, todos)! Mateus tornou-se um dos mais influentes escritores do maior best-seller de todos os tempos (a Bíblia), e tudo começou com um olhar de Graça. Sendo assim, assuma o mesmo olhar. Ao invés de escolher somente a companhia dos justos que encabeçam os primeiros lugares da fila, escolha também os rejeitados. Deus se agrada disso, pois foi o que Ele fez conosco. Vá e faça o mesmo!

    Desafio do Discípulo

    Se aproxime de alguém nesta semana com a intenção de apresentar Jesus para ele (a). Convide-a para alguma atividade e peça discernimento a Jesus para introduzir um momento de discipulado, falando sobre os princípios do Reino. Este é o nosso chamado!

    Oração

    Pai, te agradecemos pelo Seu grande e constrangedor amor por nós. Queremos atender o Seu chamado, e para isso, dá-nos os Seus olhos de amor pela nossa geração. Não queremos nos isentar do compromisso no qual o Senhor nos envolveu. Nos ajude a sermos uma extensão dessa Graça na vida daqueles que ainda não te conhecem. Queremos  viver plenamente a Boa Nova de Cristo Jesus, nosso Senhor!

    Abra o seu coração

    • Você tem olhado para as pessoas como Jesus olha para você (com graça e amor)?
    • Discipulado é trazer pessoas para perto e apresentar Cristo em todos os aspectos da nossa vida. Você tem feito isso com alguém?

    A salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo o que temos. (Billy Graham)

  • NUNCA VIMOS ALGO ASSIM (MC 2.1-12)

    Dc. Filipe Adriano
    Domingo, 25 de janeiro de 2026

    “Então, ele se levantou e, no mesmo instante, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, a ponto de se admirarem todos e darem glória a Deus, dizendo: Jamais vimos coisa assim! “ (Marcos 2:12) .

    Jesus volta para Cafarnaum, e rapidamente a notícia se espalha: Ele está em casa. A casa rapidamente fica cheia. Pessoas por todos os lados. Gente curiosa, gente religiosa, homens e mulheres querendo ouvir, mas nem todos querem de fato o Mestre. Pois estar “na casa” (no culto) não significa estar rendido. Esse texto nos faz refletir muito sobre o real propósito da amizade, exemplo de uma fé legítima e o poder salvífico do Senhor Jesus. 

    Enquanto a casa está cheia e Jesus a ensinar, muitos estão perto mas ao mesmo tempo distantes. Existe um paralítico precisando de um milagre, e mesmo distante seu coração está perto. Ele não está sozinho. Pelo contrário, tem amigos, verdadeiros amigos.

    Não bastasse a sua limitação física – “não há como passar”, “a porta está fechada”, “há muitas pessoas” – mas não existe porta fechada para aqueles cuja fé está firmada no Senhor. O coração de quatro amigos está inclinado a levar aquele homem a Cristo, e nada poderia impedir esse encontro. Quando a fé é maior que os obstáculos, o milagre acontece. 

    Quem ama, carrega. Quantos amigos estamos levando à Jesus? Quanto que estamos comprometidos a fazer com que, quem precisa, chegue até o Senhor. Eles não oram à distância ou deixam para depois, pois a oportunidade de fazê-lo chegar até Cristo é urgente e não pode esperar. 

    “Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Filho, os teus pecados estão perdoados.” (v.5) Algo incrível acontece aqui, pois Ele vê o paralítico descendo pelo telhado e, enquanto todos esperam uma cura física, Algo inesperado acontece: Ele perdoa os pecados daquele homem – antes de curar o corpo, Jesus cura a alma.

    Isso revela uma verdade profunda para essa geração: O maior problema do ser humano não é externo, é interno; não é a paralisia física, mas a espiritual. Cristo não veio apenas para melhorar sua vida, Ele veio para te fazer novo, pois é o único que tem o poder de perdoar todos os pecados. 

    Os escribas ficam indignados. Eles pensam: “Quem é este que perdoa pecados?” (v. 6, 7). Eles conheciam a Lei, mas não reconheciam o Autor da Lei. Conheciam a religião, mas não discerniam o Cristo. Isso é perigoso, pois é possível “conhecer” a Bíblia e não conhecer Jesus. Pode ser possível defender doutrinas e ainda assim resistir ao mover de Deus.

    Jesus confronta seus pensamentos, mostrando que Ele não apenas cura, mas tem autoridade. Que sejamos livres da religiosidade. A religiosidade questiona, a fé se rende. Renda-se sem economia ao poder dAquele que cura nossa alma. 

    Então o Mestre declara: “Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa.” (v.11). O mesmo leito que antes carregava o paralítico, agora é carregado por ele. O símbolo da dor vira testemunho. A sua dor de hoje é a cura de alguém amanhã.

    Nas palavras de A. W. Tozer: “Deus nunca usa alguém poderosamente até que primeiro o tenha ferido profundamente.”. Quando Jesus perdoa e cura, Ele não apenas restaura o corpo, Ele muda a identidade. O homem não sai apenas andando, ele sai transformado.

    E todos glorificam a Deus (v.12). Cristo não te chama para permanecer no chão. O que o paralisava não te governa mais. Receba a cura e seja transformado através dessa palavra. Quem encontra o Deus que cura, restaura, transforma, não permanece no mesmo lugar e nem da mesma maneira. Uma geração que se levanta em fé jamais continuará paralisada em pecado.

    O Salvador espera que tenhamos uma fé genuína nEle e confiemos que Ele tudo pode fazer. Que sejamos amigos que levam outros a Cristo e que, independentemente das barreiras, não fomos chamados a desistir ou recuar. Às vezes o caminho ao milagre é inusitado (pelo telhado). Não pare agora, você pode ser a resposta da oração de alguém que não consegue mais ir sozinho. 

    Finalizando e parafraseando D. L. Moody, “O mundo ainda não viu o que Deus pode fazer por meio de um homem totalmente consagrado a Ele”. Em Marcos 2, vemos quatro homens comuns, mas totalmente comprometidos em levar alguém até Jesus, e isso foi suficiente para um milagre eterno. Que sejamos instrumentos de Deus para essa geração.

    Desafio do Discípulo

    • Querido leitor, quero lhe desafiar a ser instrumento de Deus nos dias atuais, tal como aqueles quatro amigos citados no texto. Isso não trará visibilidade ou fama a você (não há notoriedade aos amigos nem ao paralítico, apenas a Cristo). Assuma o compromisso de conduzir pessoas à Cristo, esforçando-se em oração e ação. Insista, ofereça meios necessários (carona, ir junto a ele (a) etc.), dedique tempo e atenção (oração, mensagem, programações). Deus quer usá-lo. Você está disposto?

    Vamos orar?

    Querido Pai, graças te dou pela Palavra que nos alimenta, inspira, confronta, trata, restaura e salva. Obrigado pelo teu amor que nos alcançou, por intermédio do Salvador Jesus Cristo. Nessa hora eu apresento cada vida alcançada por essa reflexão. Que o teu Santo Espírito ministre aos seus corações e faça algo novo no seu interior, refletindo externamente. Que aceitem o desafio de conduzir outros à reconciliação contigo, para tua glória e teu louvor, em nome de Jesus, amém!

    Abra o seu coração

    • Você tem sido um instrumento nas mãos do Redentor? De que forma o desafio da semana lhe estimula?
    • Como você planeja cumprir o desafio proposto? Detalhe: não tenha pressa, mas seja perseverante e intencional.
    • Como foi sua conversão? Quem lhe conduziu a Cristo? Transmita-lhe uma palavra de gratidão. Inspire-se nele (a). 

    O maior problema do ser humano não é externo, é interno. Não é a paralisia física, mas espiritual. Jesus não veio apenas para melhorar sua vida, Ele veio para te fazer novo. Ele e somente Ele tem o poder de perdoar todos os pecados. 

  • A APROXIMAÇÃO GERA TRANSFORMAÇÃO (Mc 1.40-45)

    Pb. Paulo Roberto

    Domingo, 18 de janeiro de 2026

    “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele.” (Mc 1.45) 

    Estamos diante de um texto extremamente rico em seus detalhes, que nos revela não apenas o poder de Deus para curar o nosso corpo, mas também a vontade de Deus para curar a nossa alma. Marcos 1.40–45 nos apresenta a história de um homem até então desconhecido — ou melhor, conhecido apenas por sua enfermidade: um leproso.

    Na época de Jesus, o leproso, por causa da sua doença, vivia em isolamento social, fora da cidade, separado da família, sem identidade e excluído da liturgia pública do culto a Deus. Sua vida era marcada por vergonha, abandono e sofrimento.

    Naquele dia, estava passando diante dele a oportunidade que tanto aguardava. Muito provavelmente, quando criança, aquele homem havia escutado de seus pais — pois esse era um costume entre os judeus — que, se um dia fosse acometido pela lepra, deveria se isolar da sociedade, da família e do templo.

    Naquele contexto, existia uma única esperança: o Messias prometido. As profecias anunciavam esse momento glorioso. O profeta Isaías, muito provavelmente conhecido daquele homem, havia declarado que o Servo do Senhor tomaria sobre si as nossas enfermidades, levaria sobre si as nossas dores e que, pelas suas pisaduras, seríamos curados. Agora, ele contemplava alguém que se apresentava como o Messias: Jesus de Nazaré.

    Mesmo com tantas marcas que o excluía e o entristecia, algo aconteceu no interior daquele homem. Centelhas de fé surgiram em seu coração e o moveram a se aproximar de Jesus. Essa aproximação não foi fruto de curiosidade, mas do fervor do coração, da convicção de que estava diante do Messias, Emanuel, Deus conosco.

    De joelhos, ele não perguntou se Jesus podia curá-lo — fé no poder ele já tinha. A pergunta foi “se Jesus queria”. E a resposta do Mestre veio carregada de amor, compaixão e graça: “Quero”. E, naquele mesmo instante, a lepra desapareceu. A cura chegou. A transformação se tornou real.

    O homem que outrora vivia isolado, excluído e sem esperança, ao se aproximar de Jesus, não recebeu apenas cura física, mas uma restauração completa. Sua vida foi alcançada, tocada e transformada.

    O resultado dessa transformação é revelador. Aquele que foi curado não conseguiu guardar para si o milagre experimentado. Antes, passou a anunciar, a divulgar e a testemunhar o que Jesus havia feito. Uma vida transformada gera testemunho. O testemunho gera fé. E a fé gera novas vidas transformadas. 

    Portanto, o que Jesus fez em sua vida? Como você tem transmitido a outros esses feitos? De que modo sua experiência com Cristo tem impactado outras vidas? Siga o exemplo desse homem, e propague a outros a sua história com o Salvador.

    Desafio do Discípulo

    Eu te desafio, jovem, leitor, a compartilhar o seu testemunho, assim como aquele homem curado fez. Diga a todos quantos for possível o que Deus fez na sua vida. Se você aceitar esse desafio, corre um grande risco: ver pessoas ao seu redor não apenas se emocionando com aquilo que Deus fez na sua história, mas sendo profundamente impactadas pela fé gerada através do seu testemunho.

    Dica importante: conte o que Deus fez na vida de alguém na Bíblia e, logo depois, mostre que o mesmo Deus que transformou a história daquele personagem também transformou a sua história hoje. Mostre a quem te ouve que Cristo está vivo e que Ele ainda transforma histórias — basta crer.

    Vamos orar?

    Senhor, meu Deus e meu Pai. Aqui estamos em tua presença. Somos gratos pela oportunidade de contemplar aquilo que fizeste na vida daquele homem leproso. Da mesma forma, hoje desfrutamos da transformação que acontece quando nos aproximamos de ti. Não queremos ficar apenas na lembrança do que realizastes no passado. Queremos testemunhar de tudo o que tu fizeste, do que tu fazes e do que ainda farás em nós e através de nós. Concede-nos capacidade, coragem e ousadia para testemunhar da tua Palavra, dos teus milagres e das tuas promessas. Que as nossas vidas e o nosso testemunho gerem fé e vida naqueles que nos ouvem.  É o que te pedimos e desde já te agradecemos, em nome de Jesus. Amém.

    Abra o seu coração

    • Certamente, você também teve sua vida transformada pelo mesmo Jesus que transformou a vida daquele leproso. Mas, sua experiência pessoal tem gerado testemunho para quem te vê?
    • O seu testemunho tem gerado fé na vida de quem te observa?
    • Se as respostas para as perguntas anteriores forem “não”, o que precisas fazer para mudar essa situação?

    A aproximação do Mestre gera transformação interna e externa; e essa transformação, quando testemunhada, gera fé — e a fé gera transformação em outras vidas. Deus te transformou para gerar fé através da pregação e multiplicar transformações através do que Ele fez na sua vida .

  • TU ÉS

    O Pai tem prazer na vida do Filho

    Aux. Douglisnilson Morais
    Domingo, 11 de janeiro de 2026

    “E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: “Tu és o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Marcos 1.11)

    A chegada de um filho é um acontecimento singular na vida de um pai, trazendo alegrias, expectativas, esperanças, projetos e desfrute. É um longo processo desde o nascimento até a fase adulta, o qual envolve disciplina e discipulado, num acompanhamento contínuo de modo a torná-lo um imitador de Cristo, um seguidor fiel, um adorador prazeroso em Deus, um “filho amado” (Dt 6.6,7; Pv 22.6). Os pais têm um papel importantíssimo nessa caminhada. Se eles fracassarem, negligenciar, desprezarem a instrução bíblica do ensino, essa criança pode tornar-se um jovem sem raízes, experiências, convicções da fé no Salvador, sendo “presa fácil” para as astutas ciladas do inimigo, por não estarem protegidos com a “armadura de Deus” (Ef 6.11-18).

    Um filho pode representar o cuidado, a provisão, o amor de Deus na vida dos seus. Quantos exemplos de esposas “estéreis”, visitadas pelo Senhor, que tornaram-se mães, frutíferas. As histórias de Sara, Rebeca, Raquel, Ana e Isabel trazem alegria ao coração e esperança à alma de casais na mesma situação. Particularmente, a experiência de Zacarias que seria Pai (Lucas 1), e a de Ana que, após anos de dor e sofrimento, pôde desfrutar da bênção de um filho (1 Samuel 1), são por demais emocionantes.

    Há filhos que Deus escolhe desde o ventre para uma missão específica. João Batista e Maria são exemplos bíblicos, assim como tantos outros ao longo da história humana. João, escolhido para “preparar o caminho do Senhor” (Mc 1.2-8); Maria, escolhida para ser a mãe do Salvador (Lc 1.26-38). Ler suas biografias assegura-nos uma verdade tão declarada por nós, cristãos, mas muitas vezes sem muita “credibilidade” nas experiências da vida: “Deus está no controle”. Quantos de nós, mesmo declarando a soberania e o poder de Deus em nossas vidas, optamos por trilhar caminhos alternativos na busca de soluções para nossas dores, sofrimentos, bem como projetos e decisões.

    Mas, o evangelista Marcos (aquele que declinou na missão com Paulo, foi recusado pelo apóstolo de seguir na segunda viagem missionária mas, tornou-se “útil” no ministério paulino, 2 Timóteo 4.11) descreve um acontecimento marcante, um encontro que João Batista jamais imaginara acontecer. Primeiro, pelo fato de batizar o Messias esperado, o que ele tentou resistir (Mateus 3.13-17); segundo, pela presença do Espírito como pomba que descia sobre Jesus naquele rio (Jordão); por fim, uma voz que trazia esperança ao coração do precursor (João) e, ao mesmo tempo, declarava a intimidade do batizando (Jesus) com o Deus que O enviou: “Tu és o meu Filho amado” (“este é o meu Filho amado”), em quem tenho prazer (Mateus 3.17; Marcos 1.11).

    Pare um pouco, reflita sobre tudo isso e responda: o que a declaração do Pai acerca do Filho causa em seu coração? Como a vinda de Jesus tem mudado a sua vida? Há prazer em viver com Cristo? Será que o Pai poderia declarar que “tem prazer” em sua vida? Como você se sentiria? Dedique alguns minutos em oração a Deus – agradecendo, reconhecendo, declarando, comprometendo-se, adorando. Como filho, você tem liberdade de chegar diante do Pai, abrir-lhe o coração e alegrá-lo com sua atitude de amor e devoção, tal como Maria (João 12.1-8).  

    Desafio do Discípulo

    O desafio da semana é um convite ao compromisso com Deus e com o outro. Comprometa-se a dedicar um tempo especial com Deus diariamente, um tempo de qualidade e adoração. Concentre-se em agradecer pela vinda do Salvador, por poder chamar a Deus de Pai, pela nova vida nEle; comprometa-se com Ele em buscar em 2026, ser mais parecido com Cristo, “ser uma bênção” no lar, na igreja, na escola, na sociedade, de modo a refletir o Deus que você serve. Estimule ao menos um amigo a fazer o mesmo. Por fim, não deixe de fazer diariamente o Devocional Princípio, compartilhando em suas redes sociais, marcando @dejadrn e @assembleiadedeusnorn. Deus o visitará e se alegrará com sua vida.

    Vamos orar?

    Querido Pai, que alegria em poder dirigir-me a Ti, em comunhão, e desfrutar da Tua presença, do Teu cuidado, do Teu amor. Ajuda-me a crescer em intimidade contigo, a refletir continuamente o teu Filho Jesus Cristo, meu Salvador e, a caminhar em sensibilidade e submissão ao Santo Espírito que habita em mim. Que meu viver seja um contínuo tributo a Ti, para a tua glória, em Cristo Jesus, amém!.

    Abra o seu coração

    • Como tem sido sua caminhada com Cristo? Há prazer, dependência e desfrute da sua parte nEle?
    • Você tem convicção de que é filho de Deus Pai, na pessoa de Jesus Cristo? Como essa verdade impacta a sua vida e a vida dos familiares, amigos, irmãos em Cristo?

    “Tu és o meu Filho amado, em quem tenho prazer”. Que essa verdade seja o reflexo da sua vida na Jornada com Cristo.

  • VINDE A MIM

    O chamado de Jesus para fazer discípulos

    Pb. Fred Fonseca
    Domingo, 04 de janeiro de 2026

    “E disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.” (Marcos 1.17)

    Um novo tempo sempre traz consigo novos planos, expectativas e decisões. Você projeta o futuro, estabelece metas e pensa em como quer viver os próximos passos da sua vida. Mas, em meio a tantos projetos, surge uma pergunta essencial: Jesus está no centro da sua caminhada? Mais do que isso, você já ouviu o convite dEle para viver uma vida com propósito eterno?

    Em Marcos 1, Jesus encontra Pedro e André em um dia comum de trabalho. Eles estavam lançando as redes ao mar, focados na rotina, quando ouviram um chamado simples, porém profundo: “Vinde após mim”. Jesus não fez um convite baseado em habilidades extraordinárias, títulos ou experiências espirituais avançadas. Ele chamou homens simples, trabalhadores, e revelou que, ao segui-Lo, suas vidas ganhariam um novo sentido: fazer discípulos de Cristo.

    Aceitar esse convite exigiu uma resposta imediata. Pedro deixou as redes, o barco e a segurança do conhecido para seguir Jesus. Isso revela que o chamado de Cristo não é apenas para andar ao Seu lado, mas para assumir uma missão com propósito. Seguir Jesus é aprender com Ele, viver com Ele e participar ativamente da obra de alcançar pessoas. O discipulado começa no “seguir” e se expressa no “fazer”.

    A grande lição desse texto é que Jesus continua chamando. Ele não mudou Seu propósito. Hoje, Ele ainda olha para pessoas comuns como eu e você e nos convida para algo extraordinário: fomos chamados para fazer discípulos. Não se trata apenas de frequentar a igreja, mas de viver o evangelho de forma prática, intencional e multiplicadora. Onde você está, ali também é campo de missão.

    Seguir Jesus é mais do que uma decisão pontual; é um estilo de vida comprometido com a missão. É caminhar com Cristo todos os dias e, ao mesmo tempo, levar outros a caminhar com Ele. Fazer discípulos é amar pessoas, compartilhar a Palavra, caminhar junto e apontar sempre para Jesus. E então, como está a sua resposta ao chamado “Vinde a mim”? Você está disposto a viver não apenas para si, mas para cumprir a missão de fazer discípulos?

    Desafio do Discípulo

    Nesta semana, escolha intencionalmente um amigo para caminhar com você na fé. Ore por ele, compartilhe a Palavra e convide-o para ler a Bíblia e fazer o Devocional Princípio. Além disso, convide mais 3 amigos para essa Jornada com Jesus. Sim, e ao fazer o Devocional Princípio, não esqueça de ser um discípulo que influencia, compartilhando em suas redes sociais, marcando @dejadrn e @assembleiadedeusnorn. Sua obediência vai influenciar muitos a também ler e viver a Palavra de Deus, vai gerar frutos eternos.

    Vamos orar?

    Senhor, crie em mim um coração sensível ao Seu chamado. Me encoraja a segui-Lo com propósito; dá-me sabedoria para ensinar, e amor para cuidar de pessoas. Use a minha vida como instrumento para formar discípulos que apontem para Cristo. Amém!

    Abra o seu coração

    • O que hoje tem ocupado o lugar da missão de Jesus na sua vida?
    • Você tem sido apenas um seguidor ou também um fazedor de discípulos? O que você fará para ser mais intencional no discipulado?
    • Quem Deus está colocando no seu caminho para você discipular e alcançar com o amor de Cristo?

    “Vinde a mim” não é apenas um convite para caminhar com Jesus, mas um chamado para viver a missão dEle.